segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Estudo identifica 23 mil fungos e bactérias em celullares e tablets; risco vai de micoses até doenças respiratória s

Um estudo feito com celulares identificou nos equipamentos a presença de até 23 mil fungos e bactérias que podem provocar doenças como micoses, conjuntivite, intoxicações alimentares, além de infecções respiratórias e urinárias. A pesquisa da Devry Metrocamp, em Campinas (SP), alerta para a necessidade de limpeza dos produtos e indica quais são os grupos mais vulneráveis.
"As crianças têm hábito de pegar os celulares dos pais, e principalmente as pessoas que já estão com sistema imunológico debilitado", explica a biomédica e doutora em ciências de alimentos Rosana Siqueira, orientadora da pesquisa realizada pela aluna Claudia Tonetti.
Contaminação por fungos foi constatada em aparelhos celulares por estudo de Campinas (Foto: Vanderley Duarte/EPTV)Contaminação por fungos foi constatada em aparelhos celulares por estudo de Campinas (Foto: Vanderley Duarte/EPTV)
Contaminação por fungos foi constatada em aparelhos celulares por estudo de Campinas (Foto: Vanderley Duarte/EPTV)
Durante a análise, foram usados 20 celulares, cinco tablets e as capas de proteção dos aparelhos, além de 12 teclados e respectivos mouses. Entre as 74 amostras, diz o estudo, o microorganismo predominante foi a bactéria Staphylococcus aureus, presente em 43% dos objetos avaliados.
O micro-organismo costuma estar associado às infecções de pele, como furúnculo, além de abcessos e infecções das vias aéreas superiores, entre elas, otites e sinusites. Em alguns casos, pode causar até meningite.
Além disso, foram constatadas as presenças de bolores e coliformes fecais nos telefones avaliados.

Nenhum comentário:

Postar um comentário